sábado, 25 de fevereiro de 2017

Membros do PCC detidos com droga

Dois homens integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presos em Fortaleza, em ações da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). Conforme a equipe da Especializada, um dos suspeitos seria um dos "homens fortes do PCC" e o responsável por fazer a ponte entre o núcleo central da facção, localizado em São Paulo, com os integrantes cearenses.
Jeová Souza Reis, 39, foi apontado pela Draco como um dos principais articuladores da facção, que conta com mais de 1.400 filiados no Ceará. A prisão do suspeito, que é paulista, aconteceu no Pirambu, na última quarta-feira (22). Ao perceber que seria abordado, Jeová empreendeu fuga, em um Fiat Uno mas acabou preso. Dentro do automóvel, a Polícia encontrou 10 quilos de maconha. Na residência de Jeová havia mais 1Kg da droga e foi apreendido um Honda Civic de placa NYT-7911.
Ainda há dúvidas sobre a real identidade de Jeová Souza. De acordo com o delegado Osmar Berto, titular da Draco, a documentação ainda será periciada. "Ele tem diversos contatos com criminosos de São Paulo. Há muito tempo vem atuando no Ceará e, por incrível que pareça, nessa documentação não constam antecedentes criminais, apesar de ele mesmo afirmar que tem".
Outro motivo de desconfiança da real identidade do suspeito é a data de emissão dos documentos. A última viagem dele para São Paulo foi no dia 17 de novembro de 2016, exatamente o mesmo em que emitiu seu RG e sua Carteira de Habilitação. "É como se ele chegasse na cidade e fosse emitir esses documentos. Fica a impressão que eles já estavam prontos", ressalta Berto.
Entrega de droga
A outra prisão foi realizada na última terça-feira (21), no bairro Siqueira. Wellington de Oliveira Negreiros, 24, foi abordado pela equipe Polícia Civil quando chegava em um posto de combustível para realizar uma entrega de drogas. Foram apreendidos 2Kg de cocaína e meio quilo de crack e o veículo que utilizava no momento, um Citroën Aircross, placas NOF-7335. O suspeito tem antecedentes criminais por tráfico e roubo.
Segundo as investigações da Draco, o dinheiro arrecadado com a venda dos entorpecentes seria utilizado para adquirir armas e serem utilizadas em assaltos de grandes proporções, no período do Carnaval. O plano era executado por uma "teia criminosa", que angariava recursos de diversos pontos. As possíveis vítimas desse roubo seriam um empresário e a família dele, que não teve o nome divulgado.

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Meu cordial bom dia A todos desse grupo, em especial ao nosso grande CMT. Cel Viana e Cel. Adriano. Sou o Major. R.Menezes, CMT. da 4cia/...